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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

PEDAÇO DA VIDA NO TEATRO

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Durante a sessão nostalgia olha o que encontrei!!! Esta foto foi tirada durante a apresentação de uma cena, resultado final da Oficina de Teatro proposta pela Companhia Couve-Flor em 2011
Na cena a personagem que não se sabe personagem, é sustentada por balões, a mesma tenta ascender um cigarro solicitando ajuda e, até que a Patricia Cipriano tem compaixão e vem ajudar. Mas assim que ela senta-se, a talveznãopersonagem (inter)rompe a ação e corta pedaços de balões estourados e com eles, faz bolinhas. Descaradamente retorna a posição e dá sequência à sustentação dos balões. Parece sofrer com a falta de mobilidade provocada pelo aprisionamento à eles. Mas, numa pegada bem clown tem a ideia de estourá-los com o cigarro. CAI LIVRE E MORTA



nós em trânsito

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Resolvi prestar o meu depoimento - mais diria, algumas considerações, pois não pretendo e acredito que nem devemos tentar concluir uma obra com a 'verbalizapalavração' - sobre a peça melhor ir mais cedo pular da janela escrita e dirigida por Léo Moita ontem na Mostra de Dramaturgia SESI aqui em Curitiba.
Escolhi este título nós em trânsito porque é uma frase do autor que me despertou a atenção para todo o contexto da peça. Lembro-me que quando lemos o texto do Léo no núcleo, não conseguimos captar sua essência, relendo-o no mesmo dia e tornando a lê-lo após algumas semanas. A presença da ausência constante dos cômodos da casa e da relação do homem com a matéria e com os outros, ecoou em minha memória e, ontem ao assistir vi o ator Val Salles, que apareceu nesta peça porque foi uma escolha dele não aparecer, dar vida, voz e pensamento aos deslocamentos da dramaturgia e, executar isto numa reta que explora a ausência de espaços, isolando os móveis, mais mórbidos que o próprio des…